Página inicial‎ > ‎

NOVIDADES bang|panaceia

Novidades bang|panaceia

onde dispõe do essencial, em tempo útil
sem se perder na teia da web
 

Deduções, benefícios fiscais e taxas no IRS para 2018 (IRS de 2017)

Publicado a por José Alferes   [ atualizado a ]


Deduções, benefícios fiscais e taxas no IRS para 2018 (IRS de 2017)

Aplicáveis aos Rendimentos de 2017 - em ANEXO


E como enfrentar o problema da obrigação generalizada de declarar o IRS AUTOMÁTICO?

Juntamos o GUIA de IRS Automático (2017)



Saiba mais aqui...


activlex
by bang panaceia

Informação Matricial - Comunicar Prédios que integram a comunhão de bens do casal (novo prazo)

Publicado a por José Alferes


Informação Matricial

Despacho n.º 69/2018-XXI de S. Exa. o SEAF

Por despacho n.º 69/2018-XXI de S. Exa. o SEAF foi determinado que a comunicação da identificação dos prédios que integram a comunhão de bens dos sujeitos passivos casados, prevista no artigo 13.º-A do Código do IMI, deverá ser efetuada excecionalmente de 14 a 31 de maio de 2018 e exclusivamente através do Portal das Finanças.​


Saiba mais aqui...


activlex
by bang panaceia


Alargamento de prazo - Entrega da Declaração de IVA

Publicado a 15/02/2018, 14:42 por José Alferes


Prorrogada entrega trimestral do IVA para 16 de fevereiro...

Devido aos fortes constrangimentos que se sentiram ao longo do dia, com uma ligeira melhoria a meio da tarde, no acesso e na estabilidade do portal da AT...

15-02-2018 - Tutela dá mais um dia para a submissão da Declaração Trimestral do IVA, depois de um dia para esquecer !!!









RGPD - Novo Regulamento de Protecção de dados - Boas práticas nas empresas / Coimas

Publicado a 26/01/2018, 16:18 por José Alferes   [ atualizado a 26/01/2018, 16:34 ]


 Novo Regulamento de Protecção de dados nas empresas - Boas práticas x Coimas


 O novo RGPD que regula a protecção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais e à livre circulação desses dados...

 reveste-se de alguma complexidade, com novos princípios e conceitos, novos direitos para os titulares de dados...

 que significam NOVOS DEVERES PARA AS EMPRESAS que com eles lidam. 


 Vem introduzir não só novas regras, como também elevadas COIMAS em caso de incumprimento.


 Por esse motivo, as organizações que lidam com dados pessoais devem promover e acautelar o cumprimento do novo RGPD.

 Aconselha-se por isso a aplicação de BOAS-PRÁTICAS na organização e gestão dos dados de terceiros.




 O Regulamento Comunitário (EU) 2016/679 será plenamente aplicável a partir de 25 de maio de 2018, e implicará alterações a nível legal, tecnológico e processual



 Anexos:
  • Regulamento (EU) 2016/679 de 27 de Abril
  • 10 medidas para preparar a aplicação do RGPD  (fonte: Comissão Nacional de Protecção de Dados)


Saiba mais aqui...


activlex
by bang panaceia

Impostos alterados no Orçamento de Estado 2018 - Novidades Essenciais

Publicado a 16/01/2018, 16:00 por José Alferes   [ atualizado a 19/01/2018, 10:43 ]

Novidades nos Impostos - Orçamento de Estado 2018

Do Orçamento de Estado de 2018, salientamos as seguintes alterações nas várias classes de impostos:


IVA

I) Passa-se a incluir na Lista II anexa ao CIVA os “Instrumentos musicais” para tributação destes à taxa intermédia, 9%, 12%, 13%, consoante se tratem de operações na RAA RAM ou no Continente, respetivamente.

II) Clarifica o momento a partir do qual começa a decorrer o pra­zo de caducidade das regularizações devidas no âmbito do reco­nhecimento de créditos incobráveis, e que é o da notificação ao adquirente que é feita pela Autoridade Tributária, subsequente ao pedido de autorização prévia para regularização do imposto.

III) A Lista I passa a incluir na verba 2.24, taxa reduzida, as emprei­tadas de reabilitação de imóveis que, independentemente da loca­lização, as sejam contratadas diretamente para o Fundo Nacional de Reabilitação do Edificado pela sua sociedade gestora.

IV - É esclarecido quais os momentos relevantes para dedução dos créditos tornados incobráveis no âmbito de processo de insolvên­cia ou revitalização (art.º 78.º-A)

a) Nas insolvências de caráter limitado, na data em que for decre­tada como tal, ou quando for determinado o encerramento do processo por insuficiência de bens, ou após o rateio final do qual resulte o não pagamento definitivo do crédito;

b) Nas insolvências de caráter pleno ou em processo especial de revitalização, na data em que seja proferida sentença de homo­logação do plano de insolvência ou do plano de recuperação que preveja o não pagamento definitivo do crédito.

Com esta alteração fica a dedução harmonizada com a dedução destes créditos em sede de IRC.


IRS

1) Subsídio de refeição

O limite da não sujeição a IRS, do subsídio de refeição fixa-se em 4,77 euros.


2) Exclusão de incidência em rendimentos da categoria A

a) Passam a estar incluídos no âmbito de incidência em IRS, da ca­tegoria A, os ‘vales educação’. Apenas ficarão fora do conceito de rendimentos do trabalho dependente os “vales infância” previstos no Decreto-Lei n.º 26/99, de 28 de janeiro e os benefícios imputá­veis à utilização e fruição de realizações de utilidade social e de lazer mantidas pela entidade patronal, desde que observados os critérios estabelecidos no artigo 43.º do Código do IRC.

b) As pessoas que desempenhem no estrangeiro funções ou co­missões de carácter público, ao serviço do Estado Português, terão uma percentagem dos rendimentos brutos da categoria A, excluída de tributação em IRS. Essa percentagem será definida pelos Minis­tros das Finanças e dos Negócios Estrangeiros. Esta exclusão ape­nas se aplicará aos sujeitos passivos que não aufiram abono isento ou não sujeito a IRS com a mesma finalidade.


3) Categoria G

a) Complementando o disposto no n.º 9 do art.º 3º do CIRS, esta­belece-se o diferimento da tributação no âmbito da categoria G, relativamente a imóvel habitacional que, em momento anterior foi afeto a atividade de categoria B, e depois retorne ao património particular do sujeito passivo para obtenção de rendimentos da ca­tegoria F. Esse diferimento manter-se-á enquanto, relativamente ao imóvel habitacional, se mantiver essa afetação.


4) Delimitação negativa da incidência – art.º 12.º do CIRS

a) A exclusão da sujeição a IRS relativa a bolsas atribuídas aos pra­ticantes de alto rendimento desportivo pelo Comité Olímpico de Portugal ou pelo Comité Paralímpico de Portugal, no âmbito do contrato-programa de preparação para os Jogos Olímpicos, Para­límpicos ou Surdolímpicos, ou pela respetiva federação titular do estatuto de utilidade pública desportiva, nos termos do artigo 30.º do Decreto-Lei n.º 273/2009, de 1 de outubro, passa a incluir tam­bém os respetivos treinadores.

b) A exclusão da sujeição a IRS das compensações e subsídios, re­ferentes à atividade voluntária, pagos pelas respetivas entidades detentoras de corpos de bombeiros, no âmbito do dispositivo es­pecial de combate a incêndios florestais e nos termos do respetivo enquadramento legal passa também a abranger as compensações e subsídios postos à disposição por Municípios e Comunidades In­termunicipais. E passa, igualmente a abranger o dispositivo con­junto de proteção e socorro da Serra da Estrela.


5) Rendimentos obtidos em território nacional

a) Passam também a considerar-se como obtidos em território na­cional as mais-valias resultantes da transmissão onerosa de partes de capital ou de direitos similares em sociedades ou outras enti­dades, quando, em qualquer momento durante os 365 dias ante­riores, o valor dessas partes de capital ou direitos resulte, direta­mente ou indiretamente, em mais de 50%, de bens imóveis ou de direitos reais sobre bens imóveis situados em território nacional. Excetuam-se os bens imóveis afetos a atividade de natureza agrí­cola, industrial ou comercial que não consista na compra e venda de bens imóveis.


6) Regime simplificado da categoria B

Passa a prever-se a aplicação do coeficiente 1 (portanto, sem qualquer dedução), não só às prestações de serviços efetuadas a sociedades, nas quais, durante mais de 183 dias do período de tributação:

a) O sujeito passivo detenha, direta ou indiretamente, pelo menos 5 % das respetivas partes de capital ou direitos de voto;

b) O sujeito passivo, o cônjuge ou unido de facto e os ascendentes e descendentes destes detenham no seu conjunto, direta ou indi­retamente, pelo menos 25 % das respetivas partes de capital ou direitos de voto.”

No caso de rendimentos aos quais seja aplicável o coeficiente de 0,75 e 0,35, o sujeito passivo, passa a ter de justificar des­pesas e encargos suportados no montante correspondente a 15% destes rendimentos brutos. Só assim não será se estes rendimentos anuais brutos não ultrapassarem 27.360 euros, porque fica abrangido pela única dedução automática: a cor­respondente ao valor da dedução específica da categoria A: 4.104 euros.

O valor que não conseguir justificar acresce ao valor do rendimen­to tributável obtido após a aplicação dos coeficientes.

São as seguintes, as despesas e encargos a considerar:

a) 4.104 euros ou os montantes comprovadamente suportados com contribuições obrigatórias para regimes de proteção social, conexas com as atividades em causa, que não sejam dedutíveis nos termos do n.º 2 do art.º 31.º do CIRS.

b) Despesas com o pessoal e encargos suportados a título de re­munerações, ordenados e salários;

c) Rendas de imóveis afetas à atividade empresarial ou profis­sional;

d) 1,5% do VPT (valor patrimonial tributário) dos imóveis afetos à atividade empresarial ou profissional. Tratando-se de imóveis afe­tos a atividades hoteleiras ou de alojamento local, passa a conside­rar-se 4% do VPT.

e) Outras despesas com a aquisição de bens ou prestações de serviços relacionadas com a atividade, que constem de faturas comunicada à Autoridade Tributária ou em faturas emitidas no Portal das Finanças (“Recibos Verdes Eletrónicos).

f) Importações ou aquisições intracomunitárias de bens ou servi­ços relacionadas com a atividade.

No caso dos encargos mencionados nas alíneas c), d) e e), quando apenas parcialmente afetos à atividade empresarial ou profissio­nal, são considerados em apenas 25%. 


7) Taxas gerais de IRS

Alteração dos escalões de IRS 

Redação do OE2018

VIGENTES EM 2017

Rendimento coletável

(euros)

Taxas (%)

Rendimento coletável

(euros)

Taxas (%)

Normal (A)

Média (B)

Normal (A)

Média (B)

 

Até 7.091

14,5%

14,5%

Até 7.091

14,5%

14,5%

De mais de 7.091 até 10.700

23%

17,367%

De mais de 7.091 até 20.261

28,5%

23,6%

De 10.700 até 20.261

28,5%

22,621%

De mais de 20.261 até 40.522

37%

30,3%

De 20.261 até 25.000

35%

24,967%

De mais de 40.522 até 80.640

45%

37,613%

De mais de 25.000 até 36.856

37%

28,838%

Superior a 80.640

48%

De mais de 36.856 até 80.640

45%

37,613%

Superior a 80.640

48%

-


8) O mínimo de existência passa a estar indexado ao IAS, sendo: 1,5 x 14 x IAS. Estabelece-se como condição adicional que o valor do rendimento líquido de imposto não pode ser inferior ao valor anual da retribuição mínima mensal.

Passa também a prever-se, no âmbito dos rendimentos abrangi­dos, os provenientes de atividade de categoria B prevista na lista anexa ao CIRS, com exceção do código 15.

A concretizar-se o aumento do IAS para 2018, para 428,90 euros, o mínimo de existência ficará em 9.006,90 euros.

Para 2018, o valor da RMMG (Retribuição Mínima Mensal Garan­tida) foi fixado em 580 euros (Decreto-Lei n.º 156/2017, de 28/12).

9) Alarga-se aos rendimentos prediais auferidos por não residen­tes, desde que residentes noutro Estado membro da União Euro­peia ou do Espaço Económico Europeu, a possibilidade de serem tributados às taxas previstas para os residentes em território por­tuguês.

10) No âmbito da dedução de despesas de formação e educação passa a prever-se a dedução de encargos suportados com arren­damento de imóvel ou parte de imóvel, a membros do agregado familiar que estejam deslocados, não tenham mais de 25 anos e frequentem estabelecimentos de ensino integrados no sistema nacional de educação ou reconhecidos como tendo fins análogos pelos ministérios competentes, ou por entidades reconhecidas pe­los ministérios que tutelam a área da formação profissional. Esta dedução tem como limite 300 euros anuais. Para que opere esta dedução é necessário que o estabelecimento de ensino frequen­tado se situe a uma distância superior a 50 quilómetros da resi­dência permanente do agregado familiar. Quando existam estes encargos, o limite global da dedução de despesas de formação e educação passa a ser 1.000 euros. 


IRC

1) Passam a considerar-se obtidos em território português os ganhos resultantes da transmissão onerosa de partes de capital ou de direitos similares em sociedades ou outras entidades quan­do, em qualquer momento durante os 365 dias anteriores, o valor dessas partes de capital ou direitos resulte, direta ou indiretamen­te, em mais de 50%, de bens imóveis ou direitos reais sobre bens imóveis situados em território português, com exceção dos bens imóveis afetos a uma atividade de natureza agrícola, industrial ou comercial que não consista na compra e venda de bens imóveis.

A declaração de rendimentos respetiva (modelo 22) deverá ser en­viada até ao último dia do mês de maio do ano seguinte àquele a que respeitam estes rendimentos.

2) Passa a constar da redação do art.º 17º do CIRC que a contabi­lidade deve estar organizada com recursos a meios informáticos.

3) Entre os gastos contabilizados que não podem ser deduzidos fiscalmente inclui-se a contribuição extraordinária sobre a indús­tria farmacêutica.

4) São esclarecidos os momentos relevantes para dedução dos créditos tornados incobráveis no âmbito de processo de insolvên­cia ou revitalização:

a) Nas insolvências de caráter limitado, na data em que for decre­tada como tal, ou quando for determinado o encerramento do processo por insuficiência de bens, ou após o rateio final do qual resulte o não pagamento definitivo do crédito;

b) Nas insolvências de caráter pleno ou em processo especial de revitalização, na data em que seja proferida sentença de homo­logação do plano de insolvência ou do plano de recuperação que preveja o não pagamento definitivo do crédito.

E passa a prever-se, expressamente, na redação do art.º 41º do CIRC, que a operacionalização deste preceito se pode fazer ainda que, o reconhecimento contabilístico como gastos ou perdas já te­nha ocorrido em períodos anteriores.

5) Passa a constar do art.º 54º A, que na determinação do lucro tributável imputável a cada estabelecimento estável, o sujeito pas­sivo deve adotar critérios de imputação proporcional adequados e devidamente justificados para a repartição dos gastos, perdas ou variações patrimoniais negativas que estejam relacionados quer com operações imputáveis, ou elementos patrimoniais afetos, a um estabelecimento estável, quer com outras operações ou ele­mentos patrimoniais do sujeito passivo.

6) A limitação à dedutibilidade de gastos de financiamento pode ser aplicada aos gastos de financiamento líquidos do grupo de so­ciedades abrangido pelo RETGS (art.º 69.º do CIRC) por opção da sociedade dominante, tem um período de vigência de três anos e passa agora, findo esse prazo, a ser automaticamente prorrogável por períodos de um ano a não ser que seja feita a renúncia a essa possibilidade, por via da entrega da declaração de alterações.

7) No caso da derrama estadual e dos pagamentos adicionais por conta (da derrama estadual), a taxa aplicável ao lucro tributável que excede 35 milhões de euros é incrementada em 2 pontos percentuais.

Nova tabela da derrama estadual

Lucro tributável (em euros)

Taxas

De mais de 1.500.000 até 7.500.000

3%

De mais de 7.500.000 até 35.000.000

5%

Superior a 35.000.000

9%

8) É acrescentada uma disposição, com natureza interpretativa, que exclui a possibilidade de serem efetuadas quaisquer deduções ao montante global apurado das tributações autónomas ainda que essas deduções resultem de legislação especial.

9) Para cálculo da limitação de benefícios fiscais prevista no art.º 92.º do CIRC não é considerada o incentivo à produção cinemato­gráfica e audiovisual, benefício que é alterado também por esta proposta de OE. 

10) Volta a introduzir-se a dispensa de envio da declaração de ren­dimentos anual – modelo 22 – para as entidades que apenas aufi­ram rendimentos não sujeitos a IRC, como é o caso das associações cujos únicos rendimentos sejam quotas pagas pelos associados em conformidade com os estatutos e/ou os subsídios destinados a financiar a realização dos fins estatutários.



... em actualização ... 

 Em anexo, pode consultar o detalhe da Lei 114/2017, que entrou em vigor em 01.01.2018.


Saiba mais aqui...


activtax
by bang panaceia

Recibos verdes com Novo regime em 2018

Publicado a 10/01/2018, 03:53 por José Alferes   [ atualizado a 11/01/2018, 02:24 ]

Novo regime dos recibos verdes entrou em vigor

Com o novo regime, as taxas a aplicar aos recibos verdes passam a ter em conta o rendimento médio trimestral.

Em janeiro do próximo ano, tendo por base o rendimento do último trimestre de 2018, será a primeira declaração ao abrigo das novas regras.
De acordo com o diploma, até ao início da produção de efeitos das alterações, "mantém-se em aplicação a base de incidência contributiva fixada em outubro de 2017".

A taxa de descontos para a Segurança Social baixa de 29,6%, para 21,4%, sendo aplicada sobre 70% do rendimento médio dos últimos três meses. 

Os trabalhadores Independentes podem ajustar o seu rendimento até 25% para cima ou para baixo, tendo em consideração a evolução e a sazonalidade do rendimento.
"Podem optar pela fixação de um rendimento superior ou inferior até 25% àquele que resultar dos valores declarados", sendo esta opção "efectuada em intervalos de 5%", na letra do diploma.

Foi introduzida uma contribuição mensal mínima de 20 euros.

Deste modo, pretende-se garantir a estabilidade da carreira contributiva para efeitos de pensão futura ou outras prestações sociais (subsídio de desemprego ou por doença).

O novo regime prevê que o subsídio por doença passe a ser atribuído a partir do 11.º dia (não do 31.º como estava em vigor) e o subsídio de desemprego passe a exigir 360 dias de descontos em vez dos actuais 720 dias de período mínimo de descontos.

O trabalhador independente é obrigado a declarar o rendimento à Segurança Social numa base obrigatória trimestral.
Caso não o faça, o sistema gera uma contribuição oficiosa correspondente à contribuição mínima.

Do lado das entidades contratantes, passam a descontar 10% nas situações em que a dependência económica seja superior a 80% (ou 7% se dependência for inferior).

Mantêm-se as isenções para os trabalhadores independentes que sejam simultaneamente pensionistas e os que tenham contribuído durante um ano pelo desconto mínimo de 20 euros.

Os trabalhadores a recibos verdes que acumulem a actividade com trabalho por conta de outrem e cujo rendimento mensal médio relevante (relativo a um trimestre) não ultrapasse o valor de quatro IAS - Indexante dos Apoios Sociais (cerca de 1.715 euros) terão uma isenção, tendo assim sido introduzido esta limitação que não existia, pois quem acumulava trabalho dependente com independente era totalmente isento.


Pode consultar em Anexo 
o Decreto_Lei nº.2/2018 que altera o Regime Contributivo dos Trabalhadores Independentes


Saiba mais aqui...


activtax
by bang panaceia

Novas Tabelas de Retenção na Fonte 2018

Publicado a 05/01/2018, 09:01 por José Alferes   [ atualizado a 05/01/2018, 09:02 ]

Despacho n.º 84-A/2018 - Diário da República n.º 1/2018, 1º Suplemento, Série II de 2018-01-02

Despacho que aprova as tabelas de retenção na fonte sobre rendimentos do trabalho dependente e pensões 

auferidas por titulares residentes no continente para vigorarem durante o ano de 2018


Saiba mais aqui...


activtax
by bang panaceia


Actualização de Rendas - Factores de correção extraordinária das rendas para 2018

Publicado a 05/01/2018, 08:56 por José Alferes   [ atualizado a 05/01/2018, 09:07 ]


Portaria n.º 3/2018 - Diário da República n.º 2/2018, Série I de 2018-01-03

Atualiza os fatores de correção extraordinária das rendas para o ano de 2018

Em anexo a Portaria n.º 3/2018 com os Coeficientes para as Rendas em 2018


Saiba mais aqui...


activtax
by bang panaceia

Novo regime de Incentivos à contratação de jovens e de desempregados

Publicado a 21/06/2017, 15:50 por José Alferes

Incentivos à contratação de jovens à procura do primeiro emprego e de desempregados de longa duração e de muito longa duração

Decreto-Lei nº. 72/2017 - Diário da República nº. 118/2017, Série I de 2017-06-21

Estabelece incentivos à contratação de jovens à procura do primeiro emprego e de desempregados de longa duração e de muito longa duração


Estabelece um novo Regime de atribuição de incentivos à contratação de jovens à procura do primeiro emprego e desempregados de longa duração, abrangendo, adicionalmente, um novo subgrupo — os desempregados de muito longa duração —, considerando -se como tal, para efeitos do presente decreto-lei, as pessoas com 45 anos de idade ou mais que se encontrem inscritas no Instituto de Emprego e Formação Profissional, I. P., há 25 meses ou mais. 

O regime que agora se aprova, aplicável apenas aos contratos de trabalho sem termo, pretende alterar a lógica da atribuição deste incentivo, visto, até agora, como um benefício apenas para a entidade empregadora, tornando-o também num benefício para o trabalhador, através da introdução do conceito de portabilidade, que prevê que o incentivo seja atribuído ao trabalhador, independentemente das entidades empregadoras que o contratem sem termo, mediante determinadas condições. 

Por outro lado, este novo regime adapta as modalidades de incentivos a cada subgrupo que pretende abranger, de acordo com a sua situação perante o mercado de trabalho. 

Assim, é atribuída uma dispensa parcial do pagamento da contribuição para a segurança social para os jovens à procura do primeiro emprego e para os desempregados de longa duração, por períodos de cinco e três anos, respectivamente, e é atribuída uma isenção total do pagamento da contribuição para a segurança social para os desempregados de muito longa duração por um período de três anos.


Vidé DL.72/2017 em anexo.

Saiba mais aqui...


activjob
by bang panaceia


COMO PAGAR IMPOSTOS A PARTIR DO ESTRANGEIRO? HOW TO PAY PORTUGUESE TAXES IF YOU ARE ABROAD?

Publicado a 12/06/2017, 03:07 por José Alferes   [ atualizado a 12/06/2017, 03:13 ]


COMO PAGAR IMPOSTOS A PARTIR DO ESTRANGEIRO?


Para efetuar pagamento de impostos quando está fora do território nacional, deverá ser fornecida ao banco ordenante a informação abaixo indicada para que este, ao efetuar a transferência, a comunique obrigatoriamente, uma vez que é indispensável à identificação do pagamento efetuado: 

• NIF: 600 084 779 
• Nome do credor: Autoridade Tributária e Aduaneira 
• N.º da conta bancária: 83 69 27 
• N.º do IBAN: PT50078100190000000836927 
• Nome do banco: Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública – IGCP, E.P.E.; 
• Código SWIFT: IGCPPTPL 

• Indique, por favor, o número de identificação fiscal – NIF - constante do documento de pagamento 
• Sua referência para pagamento: indicar o número constante no documento de pagamento específico para cada transferência. 
(Não é permitida a sua utilização em mais do que um pagamento)

ATENÇÃO: A inobservância das condições acima descritas determina a impossibilidade de afetação do montante transferido ao respetivo documento de pagamento. 


HOW TO PAY TAXES IF YOU ARE ABROAD?

HOW TO PAY PORTUGUESE TAXES IF YOU ARE ABROAD?


It is possible to pay your taxes by bank transfer when you are out of Portugal. 
In order to carry out the payment, your bank shall be provided with the information set out below, which must be communicated by the bank to Tax Administration at the moment of the transfer in order to identify the payment: 
• TIN: 600 084 779 
• Name of the creditor: Autoridade Tributária e Aduaneira 
• N. of bank account: 83 69 27 
• N. of IBAN: PT50078100190000000836927 
• Name of the bank: Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública – IGCP, E.P.E.; 
• Code SWIFT: IGCPPTPL 

• Please quote the Tax Identification Number - (NIF in Portuguese) - recorded in the document of payment 
• Reference for payment: please indicate the number stated in each document of payment for every transfer. 
(It is not allowed to use the reference in more than one payment)

ATTENTION: Failure to comply with the instructions described above precludes the connection of the amount transferred with the corresponding payment. 



Saiba mais aqui...


activtax
by bang panaceia

1-10 of 73