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PORTUGAL 2020 - Abertura de Candidaturas

Publicado a 28/12/2018, 17:18 por José Alferes



NOVIDADES PARA 2019
AVISOS ABERTOS 
PORTUGAL 2020

 
Entendendo-os-Investimentos-de-Curto-Médio-E-Longo-Prazo

SI INOVAÇÃO PRODUTIVA

Para projetos de Inovação.
Empresas que apresentem uma Autonomia Financeira ≥ 15% pré-projeto.
Prazo: 15/03/2019
Incentivo: Até 75%
Condições:
• 50% não reembolsável;
• 50% reembolsável, sem juros.

 
livros-sobre-investimentos-conclusao

SI INTERNACIONALIZAÇÃO

Para empresas que apresentem um volume de negócios internacional menos de 15%.
Prazo: 08/02/2019
Incentivo: Até 45% 
Condições:
Incentivo Não Reembolsável.



 
qual-e-o-verdadeiro-objetivo-do-empreendedorismo

SI EMPREENDEDORISMO

Para projetos de Empreendedorismo.
Prazo: 15/03/2019

Incentivo: Até 75%
Condições:

• 50% não reembolsável;
• 50% reembolsável, sem juros.




SAIBA MAIS... 


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bang consultoria recebe Prémio Excelência no Serviço

Publicado a 16/11/2018, 04:50 por José Alferes   [ atualizado a 16/11/2018, 04:55 ]





bang - consultoria em gestão, contabilidade e informática, lda


Obrigado pelo reconhecimento e condecoração!

Agradecemos aos nossos clientes as avaliações na rede de profissionais de excelência da Zaask.



Ser profissional da Zaask é sinónimo de fazer parte de uma extensa comunidade internacional de profissionais e de compromisso com uma rede de clientes, 
a quem oferece diariamente o seu profissionalismo em múltiplas áreas de serviços.


Registo Central do Beneficiário Efetivo (RCBE) - nova obrigação declarativa em vigor (2018/10/01)

Publicado a 05/11/2018, 06:05 por José Alferes


Registo Central do Beneficiário Efectivo (RCBE) - publicada a regulamentação

Nova obrigação declarativa em vigor desde 1 de outubro

A Lei n.º 89/2017, de 21 de agosto, procedeu à transposição para a ordem jurídica interna do capítulo III da Directiva (UE) n.º 2015/849, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 20 de maio de 2015, relativa à prevenção da utilização do sistema financeiro para efeitos de branqueamento de capitais ou financiamento do terrorismo, e aprovou o Regime Jurídico do Registo Central do Beneficiário Efectivo (RCBE), previsto no artigo 34º da Lei n.º 83/2017 de 18 de agosto, cuja regulamentação consta da Portaria n.º 233/2018, de 21 de agosto (com Declaração de Rectificação n.º 33/2018, de 9 de outubro).

O RCBE será constituído por uma base de dados, com informação suficiente, exacta e actual sobre a pessoa ou as pessoas singulares que, ainda que de forma indirecta ou através de terceiro, detêm a propriedade ou o controlo efectivo das entidades a ele sujeitas.

Tal base de dados tem por finalidade organizar e manter actualizada a informação relativa ao beneficiário efectivo, com vista ao reforço da transparência nas relações comerciais e ao cumprimento dos deveres em matéria de prevenção e combate ao branqueamento de capitais e ao financiamento do terrorismo. 

A entidade gestora do RCBE é o Instituto dos Registos e do Notariado, sendo a nova obrigação declarativa realizada no endereço electrónico:
 https://justica.gov.pt/Servicos/Registo-de-Beneficiario-Efetivo

Quem é o beneficiário efectivo?

O beneficiário efectivo é a pessoa física que controla, através da propriedade das participações sociais ou de outros meios, definidos na Lei 83/2017, de 18 de agosto, uma empresa, associação, fundação, entidade empresarial, sociedade civil, cooperativa, fundo ou trust. Exemplos de indicadores de controlo da entidade:
Detenção de 25% do capital social, de forma direta (propriedade) ou indireta (direitos de voto);
Direitos especiais que permitem controlar a entidade;
Em casos especiais, a direção de topo (gerente, administrador, diretor, etc).

Entidades abrangidas por esta nova obrigação declarativa?

- As sociedades comerciais (sociedades por quotas, sociedades anónimas); - As associações, cooperativas, fundações, sociedades civis, bem como quaisquer outros entes colectivos personalizados, sujeitos ao direito português ou ao direito estrangeiro, que exerçam atividade ou pratiquem ato ou negócio jurídico em território nacional que determine a obtenção de um número de identificação fiscal em Portugal; - As representações de pessoas coletivas internacionais ou de direito estrangeiro que exerçam actividade em Portugal; - Outras entidades que, prosseguindo objectivos próprios e actividades diferenciadas das dos seus associados, não sejam dotadas de personalidade jurídica; - Os instrumentos de gestão fiduciária registados na Zona Franca da Madeira

Obrigações acessórias

Os documentos que formalizem a constituição de sociedades e das demais entidades abrangidas pelo RCBE devem conter a identificação das pessoas singulares que detêm, ainda que de forma indirecta ou através de terceiro, a propriedade das participações sociais ou, por qualquer outra forma, o controlo efectivo da sociedade.

As sociedades comerciais e demais entidades sujeitas ao RCBE (com as necessárias adaptações) devem manter um registo actualizado dos elementos de identificação:
- Dos sócios, com discriminação das respectivas participações sociais;
- Das pessoas singulares que detêm, ainda que de forma indirecta ou através de terceiro, a propriedade das participações sociais; e
- De quem, por qualquer forma, detenha o respectivo controlo efectivo.
Para este efeito, deve ser recolhida a informação do representante fiscal das pessoas ali mencionadas, quando exista.

Os sócios são obrigados a informar a sociedade de qualquer alteração aos elementos de identificação nele previstos, no prazo de 15 dias a contar da data da mesma.
Sem prejuízo do disposto, a sociedade pode notificar o sócio para, no prazo máximo de 10 dias, proceder à actualização dos seus elementos de identificação.

O incumprimento injustificado do dever de informação pelo sócio, após a notificação referida, permite a amortização das respectivas participações sociais,
nos termos previstos no Código das Sociedades Comerciais, aprovado pelo Decreto -Lei n.º 262/86, de 2 de setembro, designadamente nos seus artigos 232.º e 347.º.
Esta obrigatoriedade é aplicável, com as necessárias adaptações a todas as entidades abrangidas pelo RCBE.

Prazo da declaração inicial

A declaração inicial do beneficiário efetivo é sempre efetuada com o registo de constituição da sociedade ou com a primeira inscrição no Ficheiro Central de Pessoas
Coletivas, consoante se trate ou não de entidade sujeita a registo comercial.
Quando uma entidade que se encontre originariamente excluída do dever de declaração de beneficiário efetivo fique sujeita ao cumprimento desse dever, nomeadamente em virtude de qualquer ocorrência que altere as situações de exclusão, deve proceder à declaração de beneficiário efetivo, incluindo as alterações decorridas desde o momento da cessação da exclusão, no mais curto prazo possível, sem nunca exceder um mês, contado a partir da data do facto que determina a sujeição a registo.


A declaração inicial das entidades sujeitas ao RCBE que já se encontrem constituídas no momento da entrada em vigor da presente portaria deve ser efetuada
a partir de 1 de janeiro até ao dia 30 de junho de 2019, de forma faseada, nos termos seguintes:
a) Até 30 de abril de 2019, as entidades sujeitas a registo comercial;
b) Até 30 de junho de 2019, as demais entidades sujeitas ao RCBE.

Para as entidades que se constituam a partir de 1 de outubro de 2018, data da entrada em vigor da portaria, a declaração inicial deverá ser realizada aquando do registo da constituição da sociedade, da inscrição no Ficheiro Central de Pessoas Coletivas ou do facto gerador da sujeição ao RCBE.
Pois, não sendo tal obrigação declarativa cumprida tal facto será referido na matrícula, conforme alteração ao artigo 8º do Regulamento do Registo Comercial.
Ou seja, para estas entidades, que se constituíram a partir de 1 de outubro de 2018, a entrega da declaração inicial é uma realidade imediata.

Contudo, no portal do RCBE (https://justica.gov.pt/Servicos/Registo-de-Beneficiario-Efetivo/Quando-registar-um-beneficiario-efetivo) consta a informação do registo poder
ser efetuado no prazo de 30 dias.

Actualização da informação

A informação constante no RCBE deve ser actualizada no mais curto prazo possível, sem nunca exceder 30 dias, contados a partir da data do facto que determina a alteração. 
Tal actualização não é aplicável a entidades estrangeiras que desenvolvam em Portugal actos ocasionais, cuja obrigação declarativa de beneficiário deve ser cumprida de cada vez que seja praticado um acto.


Saiba mais aqui...


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Trabalhadores independentes – base de contribuições e direito de opção (segurança social)

Publicado a 05/11/2018, 04:34 por José Alferes


Trabalhadores independentes – comunicação da base de incidência contributiva e do direito de opção pela declaração trimestral aos trabalhadores independentes abrangidos pelo regime de contabilidade organizada

A partir do dia 1 de novembro de 2018 [Novo regime da Segurança Social]

Os trabalhadores independentes abrangidos pelo regime de contabilidade organizada vão ser notificados para a sua caixa de mensagens na Segurança Social Direta, da base de incidência contributiva que corresponde ao duodécimo do lucro tributável declarado para efeitos fiscais no ano de 2018, referente ao lucro de 2017, produzindo efeitos de janeiro a dezembro de 2019.


A base de incidência contributiva considerada em cada mês, para a obtenção da média, tem como limite mínimo 1,5 vezes o valor do Indexante dos Apoios Sociais (IAS) e como limite máximo 12 vezes o valor do IAS.


A base de incidência contributiva dos trabalhadores enquadrados exclusivamente por força da sua qualidade de cônjuges/unidos de facto de trabalhadores independentes corresponde a 70% do rendimento relevante do trabalhador independente, respeitando os limites mínimos anteriormente mencionados.


E se o trabalhador independente não tiver lucro tributável apurado?

Nestes casos, a base de incidência contributiva que lhe vai ser aplicada corresponde a 1,5 vezes o valor do IAS.



Direito de opção

Em novembro de 2018, até ao dia 30, o trabalhador independente, pode optar, na segurança social direta, pelo regime de apuramento trimestral do rendimento relevante, ficando sujeito à obrigação declarativa trimestral e contributiva a partir de janeiro de 2019.


Também o cônjuge/unido de facto do trabalhador independente pode aceder à segurança social direta e optar, até 30 de novembro de 2018, que lhe seja fixada uma base de incidência contributiva correspondente ao rendimento relevante:

  • Inferior a 20% do que lhe foi aplicado; ou
  • Superior ao que lhe foi aplicado e até ao limite do que foi fixado para o trabalhador independente

Se o trabalhador independente não optar pelo regime da declaração trimestral, continuará no regime da contabilidade organizada, assim como o seu cônjuge/unido de facto.



Muito importante: Registo na Segurança Social Direta


O cumprimento da obrigação declarativa trimestral, já a partir de janeiro, só pode ser exercida na Segurança Social Direta. 

Peça já a sua senha, garantindo o acesso imediato a este serviço.

Para se registar deve aceder ao sítio da internet em www.seg-social.pt, no topo da página selecionar a opção “Segurança Social Direta” e seguir os passos indicados para obtenção da senha de acesso.

A partir de hoje está disponível uma linha telefónica dedicada aos trabalhadores independentes, através do número 300 51 31 31, onde podem esclarecer dúvidas e obter informações úteis sobre o novo regime.

Pode além disso contar com o novo Balcão do Trabalhador Independente na sede dos 18 Centros Distritais da Segurança Social, em todo o país.




Para saber mais, veja nosso artigo, clicando aqui: Novo regime dos recibos verdes entrou em vigor... 


 

Consulte ainda o Guia Prático e as FAQ - Perguntas Frequentes, em ANEXOS




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Coeficiente de Actualização das Rendas para 2019

Publicado a 24/10/2018, 10:22 por José Alferes

Actualização das rendas para 2019

De acordo com a publicação do Aviso n.º 13745/2018, de 26/09, publicado em Diário da República, o coeficiente de actualização dos diversos tipos de arrendamento urbano (habitação, comércio, indústria e exercício de profissão liberal) e rural foi fixado em 1,0115 para vigorar em 2019, o que significa um aumento de 1,15%.

 

Assim, este novo coeficiente corresponde a um acréscimo de 1,15€ por cada 100€ de renda.

 

Nos termos da legislação em vigor, o senhorio deve comunicar por escrito, com uma antecedência mínima de 30 dias, o coeficiente de actualização e a nova renda resultante da sua aplicação, por meio de carta registada com aviso de recepção.



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IVA - Taxas - Serviços de limpeza florestal

Publicado a 11/04/2018, 03:47 por José Alferes


Taxas de IVA - Serviços de limpeza da floresta


Qual a taxa de IVA aplicável em Serviços de silvicultura como prevenção de incêndios, limpeza de ribeiras e bermas de estradas?

Saiba quando aplicar a taxa reduzida ou normal no mesmo tipo de serviço... 



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IRC - Taxas de derrama - 2017

Publicado a 11/04/2018, 03:31 por José Alferes


Ofício-Circulado n.º 20 198/2018 - 21/01

IRC - Taxas de derrama incidentes sobre o lucro tributável do período fiscal de 2017.

Tabela Anexa


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Deduções, benefícios fiscais e taxas no IRS para 2018 (IRS de 2017)

Publicado a 23/02/2018, 10:01 por José Alferes   [ atualizado a 23/02/2018, 10:09 ]


Deduções, benefícios fiscais e taxas no IRS para 2018 (IRS de 2017)

Aplicáveis aos Rendimentos de 2017 - em ANEXO


E como enfrentar o problema da obrigação generalizada de declarar o IRS AUTOMÁTICO?

Juntamos o GUIA de IRS Automático (2017)



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Informação Matricial - Comunicar Prédios que integram a comunhão de bens do casal (novo prazo)

Publicado a 23/02/2018, 09:55 por José Alferes


Informação Matricial

Despacho n.º 69/2018-XXI de S. Exa. o SEAF

Por despacho n.º 69/2018-XXI de S. Exa. o SEAF foi determinado que a comunicação da identificação dos prédios que integram a comunhão de bens dos sujeitos passivos casados, prevista no artigo 13.º-A do Código do IMI, deverá ser efetuada excecionalmente de 14 a 31 de maio de 2018 e exclusivamente através do Portal das Finanças.​


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RGPD - Novo Regulamento de Protecção de dados - Boas práticas nas empresas / Coimas

Publicado a 26/01/2018, 16:18 por José Alferes   [ atualizado a 26/01/2018, 16:34 ]


 Novo Regulamento de Protecção de dados nas empresas - Boas práticas x Coimas


 O novo RGPD que regula a protecção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais e à livre circulação desses dados...

 reveste-se de alguma complexidade, com novos princípios e conceitos, novos direitos para os titulares de dados...

 que significam NOVOS DEVERES PARA AS EMPRESAS que com eles lidam. 


 Vem introduzir não só novas regras, como também elevadas COIMAS em caso de incumprimento.


 Por esse motivo, as organizações que lidam com dados pessoais devem promover e acautelar o cumprimento do novo RGPD.

 Aconselha-se por isso a aplicação de BOAS-PRÁTICAS na organização e gestão dos dados de terceiros.




 O Regulamento Comunitário (EU) 2016/679 será plenamente aplicável a partir de 25 de maio de 2018, e implicará alterações a nível legal, tecnológico e processual



 Anexos:
  • Regulamento (EU) 2016/679 de 27 de Abril
  • 10 medidas para preparar a aplicação do RGPD  (fonte: Comissão Nacional de Protecção de Dados)


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